Máscaras de Oxigênio

A Luftwaffe introduziu para uso uma grande variedade de máscaras de oxigênio entre 1934 e 1944, cada uma incorporando algum tipo de melhoramento ou característica específica para determinada função.

Entre os pilotos de caça o modelo mais utilizado foi o "Auer Modell 16701", introduzido em 1939. Ele consistia essencialmente do corpo principal da máscara e uma estrutura em forma de "T" para vedação. A máscara pos suía duas tiras laterais, cada uma com molas espirais embutidas para permitir que fosse presa ao capacete de vôo de modo a ficar pressionada contra a face do piloto. Do mesmo modo, permitia que fosse facilmente re movida e recolocada quando necessário.

A peça de conexão com a mangueira de oxigênio era parte do corpo da máscara. Logo abaixo desta parte, en-volvendo a mangueira, havia um tubo flexível, elástico e enrugado que evitava que a mangueira se partisse ca-so fosse dobrada. Esse tubo possuía um total de 40 sulcos, com um diâmetro externo de 30mm e diâmetro in terno de 18mm, tendo no seu final um conector de metal. Interessante notar que uma das queixas dos pilotos era que a máscara não se ajustava adequadamente ao usuário, problema que não se alterou até o final da gue rra.

Outro modelo utilizado era o Auer HM51. Essa máscara era presa através de um sistema de três pontos: um de cada lado do capacete de vôo e outro por cima da cabeça do piloto. Vários possuíam uma proteção adicio-nal contra o frio das grandes altitudes. No entanto, para vôo nessas condições - grande altitude - foi desenvolvi da a "Auer HM1", hoje um item muito raro, que seguia o mesmo padrão das demais máscaras, caracterizan-do-se pela mangueira de metal extra longa e por ser confeccionada em borracha verde. Também como as ante riores, utilizava o sistema de presilha por três pontos.


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